Apocalipse capitulo 2 e verso 9: - “Eu sei as tuas obras, e tribulações, e pobreza (mas tu és rico), e as blasfêmias dos que se dizem judeus e não o são, mas são da sinagogas de Satanás”. (Unitarianos: os que se dizem judeus e não o são).
Isaías capitulo 29 e verso 10: -
“Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono e fechou os
vossos olhos, os profetas; e vendou os vossos lideres, os videntes”.
Verso 11 – Pelo que toda visão vos
é como as palavras de um livro selado que se dá aos que sabe ler, dizendo: Ora,
lê isto; e ele dirá: não posso, porque está selado.
Verso 15 – "Ai dos que querem
esconder profundamente o seu propósito do Senhor! Fazem as suas obras às
escuras e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece?"
Isaías capitulo 33 e verso 14 – "Os
pecadores de Sião se assombraram, o tremor
surpreendeu os Hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem
dentre nós habitará com as labaredas eternas?"
1897 – Reunião do Congresso
Sionista em Basiléia – Foi nesta reunião, que freqüentemente se tem afirmado
que os Protocolos contendo os planos estratégicos de Israel para a conquista do
mundo foram lidos.
Mais de um século já se passaram,
e, nenhuma obra tem preocupado mais vivamente a atenção do mundo inteiro do que
“Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Grandes jornais, grandes críticos e grandes
escritores discutem esse livro que contém a condensação do mais terrível e
cínico plano subversivo da história.
Porém, nós, os Evangélicos Cristãos, estamos dormindo.
É chegada a hora de nos
despertarmos para os perigos que estão preparados para a humanidade.
Assim como as dez virgens, NÃO vamos ser aquelas que estavam dormindo, mas SIM, aquelas que estavam com suas
lamparinas acesas, portanto, preparadas e conscientes para todos os sinais apocalípticos atuais. As bodas com o noivo está próxima. Igreja, se prepare, acorde!
Para edificação dos povos Cristãos
– condensaremos abaixo este plano estratégico em 22 proposições. Aqueles que,
presentemente não fazem a menor ideia da gigantesca conjura urdida para a governação do mundo, poderão, assim, convencer-se da realidade do perigo que
os ameaça. Podendo examinar o anzol que lhes está preparado, talvez sejam
bastante inteligentes para o não engolirem. Quem sabe? È preciso não alimentar
ilusões! Se os Cristãos preferem continuar a dormir, tanto pior.
A providência não decretou a
seleção natural dos imbecis...
Eis aqui o que os Sábios de Sião
premeditaram, o resumo do programa magistral enunciado nos protocolos.
È preciso:
1.º - Corromper a mocidade pelo
ensino subversivo. ( partidos, divisões
de Idéias (ex: Gênero e orientação sexual).
2.º - Destruir a vida de família. (fome, desemprego, vícios, adultério, desamor, homosexualismo, aborto etc...).
3.º - Dominar as pessoas pelos seus
vícios. (bebidas, drogas, jogos, internet, face book, watsapp, sexo,
riquezas...).
4.º -Minar o respeito
pela religião; desacreditar tanto quanto possível os padres, pastores etc.
espalhando contra eles histórias escandalosas; encorajar a alta critica a fim
de corroer a base das crenças e de provocar cismas e disputas no seio das
igrejas (inserida neste contesto atual estão incluídas as igrejas new pentecostais que estão na mídia com uma mensagem imediatista sobre prosperidade).
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| Minar o respeito pela religião |
5.º - Envilecer (tornar vil) as artes e prostituir a
literatura. (Filmes, Novelas estão incluídas)
6.º -Propagar o luxo
desenfreado, as modas fantásticas e as despesas loucas, eliminando gradualmente
a faculdade de gozar de cousas simples e sãs. (consumismo)
7.º - Distrair a
atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições esportivas, shows, baladas, cinema, televisão, face book, whatsapp, etc.; divertir o povo para impedi-los de pensar (principalmente de pensar em DEUS.
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| Inoculando vírus através da vacina |
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| Chemtrails |
9.º - Criar o descontentamento
universal e provocar ódio e desconfiança entre as classes sociais.
10.º - Despojar a
aristocracia das velhas tradições e de suas terras, gravando-as com impostos
formidáveis, de modo a forçá-la a contrair dívidas; substituir as pessoas de
sangue nobre pelos homens de negócios e estabelecer por toda parte o culto do
Bezerro de Ouro.
11.º - Empeçonhar (manchar) as relações entre patrões e
operários pelas greves, eliminando, assim, qualquer possibilidade de acordo que
daria em resultado uma colaboração frutuosa.
12.º - Desmoralizar
as classes superiores por todos os meios e provocar o furor das massas pela
visão das torpezas (infamea,
desonestidade) estupidamente cometidas pelos ricos.
13.º - Permitir à industria que
esgote a agricultura e gradualmente transformá-la em especulação louca.
14.º - Bater palmas a todas as
utopias de maneira a meter o povo num labirinto de idéias impraticáveis.
15.º - Aumentar os salários sem
vantagem alguma para o operário, pois que o preço da vida será majorado. (aumentar, tornar maior).
16.º - Fazer surgir “incidentes”
que provoquem suspeitas internacionais; envenenar os antagonismo (contrário, oposto) entre os povos;
despertar ódios e multiplicar os armamentos ruinosos.
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| Operação lava jato |
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| Sufrágio |
18.º - Derrubar todas as monarquias
e por toda parte estabelecer republicas; intrigar para que os cargos mais
importantes sejam confiados a pessoas que tenham segredos que não se possam
revelar a fim de poder dominá-las pelo pavor do escândalo “Panamá” (roubalheira em empresa ou repartição publica).
19.º - Abolir gradualmente todas as
formas de constituição, a fim de implantar o despotismo (absolutismo, tirania, opressão) absoluto do bolchevismo (comunismo).
20.º - Organizar vastos monopólios
(privilégio, direito, posse), nos
quais soçobrem (afundem, perdem-se)
todas as fortunas, quando soar a hora da crise política.
21.º - Destruir toda estabilidade
financeira; multiplicar as crises econômicas e preparar a bancarrota (falência) universal; parar as
engrenagens da industria; fazer ir por água abaixo todos os valores; concentrar
todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta
estagnação (paralisação); em um
momento dado, suspender todos os créditos e provocar o pânico.
22.º - Preparar a agonia dos
Estados; esgotar a humanidade pelos sofrimentos, angustias e privações, porque
– A FOME CRIA ESCRAVOS.
O CAPITULO 24 CUMPRE UMA PROFECIA BÍBLICA QUE SE ENCONTRA NO SEGUNDO LIVRO DE PAULO AOS TESSALONICENSE QUE DIZ:
Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,
O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
2 Tessalonicenses 2:2-4
ESSE SERÁ O ANTI-CRISTO "O HOMEM DO PECADO, O FILHO DA PERDIÇÃO". SERÁ PORVENTURA O REI DOS JUDEUS O ANTI-CRISTO COMO DIZ A BÍBLIA? VEJAMOS O QUE DIZ O TEXTO DO CAPITULO 24 DOS "PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO", ANALISADO PELO HISTORIADOR BRASILEIRO GUSTAVO BARROSO EM SEUS COMENTÁRIOS DE RODA-PÉ:
24 - Resumo - Fortalecimento das bases do rei David. Preparação do rei. Afastamento dos herdeiros diretos. O rei e seus três iniciadores. Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus.
Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,
O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
2 Tessalonicenses 2:2-4
ESSE SERÁ O ANTI-CRISTO "O HOMEM DO PECADO, O FILHO DA PERDIÇÃO". SERÁ PORVENTURA O REI DOS JUDEUS O ANTI-CRISTO COMO DIZ A BÍBLIA? VEJAMOS O QUE DIZ O TEXTO DO CAPITULO 24 DOS "PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO", ANALISADO PELO HISTORIADOR BRASILEIRO GUSTAVO BARROSO EM SEUS COMENTÁRIOS DE RODA-PÉ:
24 - Resumo - Fortalecimento das bases do rei David. Preparação do rei. Afastamento dos herdeiros diretos. O rei e seus três iniciadores. Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus.
PASSAREI
agora aos meios de assegurar as raízes dinásticas
do rei. Os mesmos
princípios que até hoje deram a nossos Sábios a
direção de todos os negócios do mundo nos guiarão (1).
Dirigiremos o pensamento de toda a humanidade. Vários membros da
raça de David prepararão os reis e seus
herdeiros, escolhendo os últimos, não segundo o direito
hereditário, mas conforme suas eminentes aptidões;
iniciá-los-ão nos segredos mais íntimos da política
e nos planos de governo, com a condição,
todavia, de ninguém ser posto ao par de tais segredos.
O
fim de tal modo de ação é que toda a gente saiba
que o governo somente pode ser confiado aos
iniciados nos mistérios de sua arte. Unicamente a essas
pessoas será ensinada a aplicação dos
planos políticos, a inteligência da experiência dos
séculos, todas as nossas observações sobre as leis
político; econômicas e sobre as ciências sociais,
em uma palavra todo o espírito dessas leis, que a
própria natureza estabeleceu inabalavelmente para regular as relações entre os homens.
Os herdeiros
diretos serão muitas vezes afastados do trono,
desde que, durante seus estudos, deem provas de
leviandade, doçura e outras qualidades perniciosas
ao poder, que tornam incapaz de governar e
prejudicam a função real.
Só os que sejam
absolutamente capazes dum governo firme,
inflexível até a crueldade, receberão o poder das mãos de
nossos Sábios. Em caso de
enfermidade que produza o enfraquecimento da
vontade, os reis deverão, de acordo com a lei, entregar
as rédeas do governo em mãos novas e capazes. Os planos de ação
do rei, seus planos imediatos, com mais fortes
razões seus planos mediatos, deverão ser ignorados
mesmo por aqueles que designe como seus
primeiros conselheiros.
Exclusivamente o
rei e seus três iniciadores conhecerão o futuro. Na pessoa do rei,
senhor de si mesmo e da humanidade, graças
a uma vontade inquebrantável, todos
acreditarão ver o destino com seus caminhos
desconhecidos (2). Ninguém saberá o que o rei quer alcançar
com suas ordens e, por isso, ninguém ousará
pôr-se de través num caminho ignorado.
E' preciso, bem entendido,
que a inteligência do rei corresponda
ao plano do governo que lhe é confiado. Por isso,
somente subirá ao trono depois de ter sido sua
inteligência posta em prova pelos Sábios a que nos
referimos. A fim de que o povo conheça e ame seu
rei, é necessário que converse com o povo na praça
pública. Isto produzirá a união precisa das
duas fôrças que hoje separamos pelo terror. Esse terror nos era
indispensável durante algum tempo, para que as
duas fôrças caíssem separadamente sob a nossa
influência. O rei dos judeus
não deve ficar sob o império de suas paixões,
sobretudo sob o império da voluptuosidade não deve dar por
nenhuma face de seu caráter lugar a
que seus instintos dominem sua inteligência. A
voluptuosidade obra de modo pernicioso sobre as faculdades
intelectuais e a claridade de visão, desviando
os pensamentos para o lado pior e mais
animal da atividade humana.
A pessoa do
Soberano Universal da estirpe santa de David deve
sacrificar a seu povo todos os seus gostos
pessoais. Nosso soberano deve
ser de exemplar inatacabilidade (3).
(1) Quem
são esses famosos Sábios de Israel ou de Sião, inspiradores das
doutrinas judaicas e cujas teorias foram compiladas nos "Protocolos"?
Estudando cuidadosamente a vida intelectual de Israel, fazendo a
exegese de seus pensadores e publicistas, podemos chegar à conclusão de
que os principais são os seguintes: Maimonides, rabino do século XII, autor
do "Guia de perplexos", cognominado o segundo Moisés; Manassé Ben-Israel,
financista e político do século XVII, que, através de Cromwell, fez o judaísmo pôr
pés conquistadores na Inglaterra; o grande filósofo judeu peninsular holandês Espinoza, criador da concepção do "Direito natural da
fôrça"; Wessely e Moisés Mendelsohn, apelidado o terceiro Moisés,
inspiradores, um do Iluminismo, outro, do movimento Haskalah; daí, do século XVII ao XIX, Abraão Geiger, teorista da"evolução gradual"; Einhom,
propugnador da doutriíia do Povo Eleito; Isaac Bernays, autor de
"L'Orient Biblique" e da sistematização da cultura judaica; Leopoldo Zunz, Frankel,
Sachs, Moisés Hess.
(2) O Determinismo
ao mando de que fôrça oculta, misteriosa, satânica?
(3) O Rei de Israel já existe
e está escolhido. No formidável livro de Gougenot des
Mousseaux, "Le juif, le judaisme et la judaisation des peuples
chrétiens", Parfs, Wattelier, 1886, cuja primeira edição saiu em 1869, se lê às
páginas 473 e seguintes: "Fiéis a essa tradição, os judeus se prendem com ardor
e firmeza extraordinários à esperança na breve vinda do Messias. Na
maioria, creem que nascerá entre eles, ou melhor, no seio de algumas
famílias privilegiadas e bem conhecidas. A principal delas habita o ponto mais
ou menos central da Europa, a pequena e imunda cidadezinha, de
Sada-Gora, na Bukovina, verdadeiro ninho de judeus da pior espécie.
Outras famílias messiânicas existem
em Belz, na Galícia, em Kozk,
na Podláquia, em Kozienica,
no Governo de Sandomir, e em outras comunidades
judaicas do império do Czar. O chefe da família messiânica
de Sada-Gora é, para os judeus ortodoxos, objeto dum culto
religioso que raia
pelo fetichismo, pois
que esse homem não passa do mais
miserável dos idiotas. Curvado ao peso duma velhice precoce, os olhos ramelentos
e avermelhados, Isrolka
, como se chama, "é o judeu mais rico
dos países eslavos e quem sabe quais
as riquezas que ajuntam nos seus
antros os judeus da Rússia e da Polônia
avaliando o que isso quer dizer".
Graças ã esperança
na próxima vinda do Messias, entre os judeus
dos países
eslavos, a família Isrolka há um
século que ajunta milhões. "Os chefes dessa
família são considerados taurnaturgos (baalschcm) pelos seus
correligionários. Sada-Gora é. atualmente, o ponto de encontro
universal, lugar de peregrinação,
pode-se dizer, dos judeus da Rússia, Polónia, Galicia, Bukovina, Moldávia
e Valãquia. É dever rigoroso de fé para os fiéis da
família Isrolka, que se contam por centenas de milhares, visitar ao menos uma vez
na vida o chefe da família messiânica, levando-lhe presentes. Co!ocam-se jóias no corpo dos membros de tal forma
como se fossem ídolos. O pior dos avarentos oferece
uma moeda de ouro ao representante do Messias para
ser bem recebido.
Mas nem os judeus que dão de boa vontade
seu ouro, nem os que o dão
forçados, gostam de falar desses dons. Por isso, muito pouco
se sabe em paises
distantes do
que se passa em Sada-Gora.
Em compensação, os
polônios e outros estrangeiros de passagem por ali
não se cansam de gabar
a esplendorosa opulência do palácio do Messias, que parece única
no mundo.
No meio de casas miseráveis
e em ruínas, habitadas por pequenos negociantes e
usurários, se ergue um palácio rico e grandioso, rodeado
por certo número
de mansões elegantes, menores, que
ocupam os filhos e filhas casadas
de Isrolka. Tudo o que se possa imaginar de luxuoso
e magnífico existe
nessas habitações. No palácio, há
um verdadeiro depósito de prataria antiga e moderna no valor de centenas de milhões de cruzados.
Magníficos tapetes
turcos, riquíssimas colchas de damasco em profusão, tudo ofertas
dos judeus eslavos! Estufas e laranjais
ordenados com o maior gosto
encerram o grande parque. O palácio é uma moradia principesca, ornada
e mobilada com o maior luxo. No meio dos imundos tugúrios de
Sada-Gora, causa o efeito dum paço de fadas perdido por acaso
naquele meio. O possuidor dessas riquezas e magnificências, o pai que
deve gerar o Rei Messias esperado, o vaso sagrado desse futuro almejado há tantos
século, o descendente de David, cuja presença somente é
considerada tão grande felicidade que se compra a peso de ouro, esse homem
venerado como um ente sobrenatural parece, entretanto,
uma criatura
sem razão, quase um animal.
Rebiche lsrolka
é, com efeito, um homem baldo de todas as faculdades intelectuais. Sob
os cabelos brancos que lhe cobrem o crânio, falta o espírito, falta
o pensamento. Está velho antes do
tempo, caduco sem motivo e sem razão. Sua
linguagem se corrompe de sons desarticulados, inteligíveis somente para sua
família e seu secretário particular. Estúpido
no mais alto
grau, porta-se quase como um bicho, dá gritos
selvagens e dorme como verdadeiro
animal. Toda via, quando deve aparecer nas ruas,
sabe-se disso muitas horas antes;
então, todas as janelas e portas, todas as ruas e praças se enchem
pela multidão ávida de contemplá-lo. Há gente
que, para ver o chefe da família messiânica, sobe aos telhados e árvores, batendo-se e machucando-se,
a fim de não perder o espetáculo.
Rebiche Isrolka é
casado e tem filhos e filhas, na maior parte casados desde a infância.
Cada um de seus genros, naturalmente escolhidos entre os ricos do país,
deve fixar-se em Sada-Gora, construindo uma casa menor que o Paço Real,
mas parecida com ele, na sua vizinhança. Em casa e nos aposentos íntimos,
as filhas estão sempre cobertas de veludos e sedas. Os caftans
comuns de seus filhos e genros são dos mais preciosos tecidos. Os netos têm
aias francesas, alemãs, inglesas e russas, aios e preceptores como jovens
príncipes e jovens princesas.
Grande número de
empregados dirigem os negócios de casa, dos quais os maiores são o
recebimento de donativos. Durante a manhã, Rebiche Isrolka da
audiência, recebendo, acompanhado do secretario particular, os peregrinos que de
antemão se fizeram anunciar, deixando-se tolamente contemplar alguns
instantes, sem dar a menor palavra, e aceitando o donativo, ritual que
não pode ser inferior a dez florins, isto é, vinte e cinco francos. À tarde,
dá um passeio de carro. Até pouco tempo, seu coche era seguido por
outro com músicos tocando. Esse acompanhamento musical não é mais usado por
ter sido, segundo parece, proibido pelas autoridades austríacas.
Hã mais de quarenta
anos, o avô de Rebiche Isrolka ostentava luxo idêntico na Rússia e
levava seu orgulho temerário ao ponto de ter uma escolta pessoal de
vinte cossacos, que acompanhavam sua carruagem. O imperador Nicolau
foi, por acaso, testemunha dessa cena e proibiu essa ostentação de luxo
oriental, mandando agarrar o velho judeu e metê-lo na cadeia de Kiev,
porque ousou desobedecer àquela proibição. Seus inúmeros partidários e
sua fortuna imensa abriram.-lhe logo as portas da prisão. Então, resolveu
refugiar-se em Sada-Gora, na Bukovina austríaca.
O imperador Nicolau
reclamou como súdito russo; porém o dinheiro pôde mais do que o
czar: doze campânios bukovimos juraram perante as autoridades que o
tinham visto nascer em Sada-Gora.
Vai para alguns
anos, Rebiche Isrolka foi acusado de fabricar moeda falsa, que saia de
sua casa e era posta em circulação. A ocasião
era oportuna para os
cristãos derrubarem o arrogante judeu, cujo luxo insolente os indignava.
Rebiche Isrolka foi brutalmente preso pela polícia, apesar dos protestos ruidosos
dos judeus. Essa prisão produziu verdadeiro motim.
Isrolka conheceu o
xadrez e sofreu vários interrogatórios. Todavia, por mais esforços que se
fizessem, nada se arrancou dele. Como era de esperar, os clientes e
membros da família Isrolka reuniram-se para deliberar sobre
os meios de pôr em
liberdade o pai do Messias. Mas o juiz que devia julgar a causa era
homem íntegro, desses que não receiam as seduções. Não houve meio que o
fizesse mandar soltar um homem acusado de crime tão grave. Como o
magistrado não pôde ser conquistado pelas promessas nem atemorizado
pelas ameaças, procuraram marear-Ihe a reputação junto aos superiores, o
que se julgou possível com o auxílio do dinheiro. O plano, contudo, não
deu resultado. Então, os
partidários de Isrolka, tiveram a ideia de tirar seμ chefe
das mãos daquele
juiz, obtendo sua promoção a uma instância superior.
Uma deputação,
munida de recomendações áureas e diplomáticas, seguiu para Viena. O juiz
foi nomeado conselheiro da Côrte Suprema e teve de deixar a província.
Seu sucessor absolveu Isrolka por falta de provas.
A fábrica de moeda
falsa foi descoberta mais tarde em outro local, tornando.-se
evidente que não havia razão para acusar Isrolka e sua famtlia".
Eis ai o Rei de
Israel. Terã Gougenot des Mousseuax, fidalgo de quatro costadas, homem
íntegro e erudito, contado uma caraminhola, inventando este romance barato que aí esta? Absolutamente não. Uma farta documentação, no
meio da qual sobreleva a de origem puramente judaica, portanto
insuspeita, mostra que tudo quanto foi narrado sôbre a família messiânica e
real de Sada-Gora é a expressão legitima da verdade. Basta ver para isso:
"Wolks·Halle", de Leipzig, 9 de janeiro de 1866; "Univers Israélite",
I, pág. 34, 1865; "L'lsradite", Mogúncia, 30 de maio; e ''Archives
Israélites", XIII, pág, 591, 1866.
Prepare-se o
mundo cristão, se continuar na sua cegueira sobre a questão judaica ou
se seus filhos continuarem a se vender, criminosamente, ao ouro de Israel,
para ser governado com a vêrga de ferro a que alude o judeu Barbusse pelo
filho ou pelo neto de Rebiche Isrolka. Vê-de bem que a escolta de
cossacos do avô deste ofuscou o czar Nicolau 1, que o meteu na enxovia. Ao tempo
de seus netos, os judeus-bolchevistas fuzilaram
num porão de urna
casa siberiana o neto de Nicolau I, o infeliz Nicolau II, a fim de que no
trono da Rússia se sentassem ao invés dos Romanoff os hebreus
Kaganovicth, filhos de Kagan ou Cohen.
Alerta, cristão! O
autor destas notas cumpre perigosamente seu dever,
despertando.-vos; cumpri o vosso combate a raça deicida e maldita, cancro da humanidade. (NOTA DE RODAPÉ DE GUSTAVO BARROSO)
Eis o programa! O elemento principal do êxito é o segredo. Esta ai porque o inimigo
invisível fez tudo para impedir que os povos chegassem ao conhecimento das
manobras sistemáticas empregadas com o fim de estabelecer sobre a terra – O REINO DO
ANTICRISTO
Há um único número do programa
acima que não tenha sido executado?
Obede do Prado














