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SÃO PAULO, SP, Brazil
SOU CRISTÃO EVANGÉLICO, PRESBÍTERO, CASADO, SOU MÚSICO, COMPOSITOR, ESCRITOR, SEGUNDO DIRIGENTE EM VILA COSMOPOLITA E PRINCIPALMENTE... SOU FILHO DO DEUS ALTÍSSIMO, O "GRANDE EU SOU" E TAMBÉM IRMÃO DE JESUS CRISTO.

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"JÁ NÃO HÁ LEMBRANÇA DAS COISAS QUE PRECEDERAM, E DAS COISAS QUE HÃO DE SER TAMBÉM DELAS NÃO HAVERÁ LEMBRANÇA, ENTRE OS QUE HÃO DE VIR DEPOIS".
(Eclesiastes 1:11)

"FAÇA À ALGUÉM O QUE VOCÊ GOSTARIA QUE FIZESSE PARA VOCÊ. VOCÊ FAZENDO POR VOCÊ, NUNCA DEIXARÁS DE SER". Obede do Prado


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domingo, 16 de junho de 2013

OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO

Apocalipse capitulo 2 e verso 9: - “Eu sei as tuas obras, e tribulações, e pobreza (mas tu és rico), e as blasfêmias dos que se dizem judeus e não o são, mas são da sinagogas de Satanás”.  (Unitarianos: os que se dizem judeus e não o são).
Isaías capitulo 29 e verso 10: - “Porque o Senhor derramou sobre vós um espírito de profundo sono e fechou os vossos olhos, os profetas; e vendou os vossos lideres, os videntes”.
Verso 11 – Pelo que toda visão vos é como as palavras de um livro selado que se dá aos que sabe ler, dizendo: Ora, lê isto; e ele dirá: não posso, porque está selado.
Verso 15 – "Ai dos que querem esconder profundamente o seu propósito do Senhor! Fazem as suas obras às escuras e dizem: Quem nos vê? E quem nos conhece?"
Isaías capitulo 33 e verso 14 – "Os pecadores de Sião se assombraram, o tremor surpreendeu os Hipócritas. Quem dentre nós habitará com o fogo consumidor? Quem dentre nós habitará com as labaredas eternas?"

1897 – Reunião do Congresso Sionista em Basiléia – Foi nesta reunião, que freqüentemente se tem afirmado que os Protocolos contendo os planos estratégicos de Israel para a conquista do mundo foram lidos.
Mais de um século já se passaram, e, nenhuma obra tem preocupado mais vivamente a atenção do mundo inteiro do que “Os Protocolos dos Sábios de Sião”. Grandes jornais, grandes críticos e grandes escritores discutem esse livro que contém a condensação do mais terrível e cínico plano subversivo da história.
Porém, nós, os Evangélicos Cristãos, estamos dormindo.
É chegada a hora de nos despertarmos para os perigos que estão preparados para a humanidade.
Assim como as dez virgens, NÃO vamos ser aquelas que estavam dormindo, mas SIM, aquelas que estavam com suas lamparinas acesas, portanto, preparadas e conscientes para todos os sinais apocalípticos atuais. As bodas com o noivo está próxima. Igreja, se prepare, acorde!
Para edificação dos povos Cristãos – condensaremos abaixo este plano estratégico em 22 proposições. Aqueles que, presentemente não fazem a menor ideia da gigantesca conjura urdida para a governação do mundo, poderão, assim, convencer-se da realidade do perigo que os ameaça. Podendo examinar o anzol que lhes está preparado, talvez sejam bastante inteligentes para o não engolirem. Quem sabe? È preciso não alimentar ilusões! Se os Cristãos preferem continuar a dormir, tanto pior.
A providência não decretou a seleção natural dos imbecis...
Eis aqui o que os Sábios de Sião premeditaram, o resumo do programa magistral enunciado nos protocolos.
È preciso:
1.º - Corromper a mocidade pelo ensino subversivo. ( partidos, divisões de Idéias (ex: Gênero e orientação sexual).

2.º - Destruir a vida de família. (fome, desemprego, vícios, adultério, desamor, homosexualismo, aborto etc...).
3.º - Dominar as pessoas pelos seus vícios. (bebidas, drogas, jogos, internet, face book, watsapp, sexo, riquezas...).
4.º -Minar o respeito pela religião; desacreditar tanto quanto possível os padres, pastores etc. espalhando contra eles histórias escandalosas; encorajar a alta critica a fim de corroer a base das crenças e de provocar cismas e disputas no seio das igrejas (inserida neste contesto atual estão incluídas as igrejas new pentecostais que estão na mídia com uma mensagem imediatista sobre prosperidade). 
Minar o respeito pela religião
5.º - Envilecer (tornar vil) as artes e prostituir a literatura. (Filmes, Novelas estão incluídas)
6.º -Propagar o luxo desenfreado, as modas fantásticas e as despesas loucas, eliminando gradualmente a faculdade de gozar de cousas simples e sãs. (consumismo)
7.º - Distrair a atenção das massas pelas diversões populares, jogos, competições esportivas, shows, baladas, cinema, televisão, face book, whatsapp, etc.; divertir o povo para impedi-los de pensar (principalmente de pensar em DEUS. 
8.º - Envenenar os espíritos com teorias nefastas; arruinar o sistema nervoso com a barulheira incessante e enfraquecer os corpos pela inoculação (introduzir no organismo por inoculação, inserir) de vírus de varias enfermidades (Vacinas, chemtrails - rastro quimico)
Inoculando vírus através da vacina




Chemtrails

9.º - Criar o descontentamento universal e provocar ódio e desconfiança entre as classes sociais.  
10.º - Despojar a aristocracia das velhas tradições e de suas terras, gravando-as com impostos formidáveis, de modo a forçá-la a contrair dívidas; substituir as pessoas de sangue nobre pelos homens de negócios e estabelecer por toda parte o culto do Bezerro de Ouro.
11.º - Empeçonhar (manchar) as relações entre patrões e operários pelas greves, eliminando, assim, qualquer possibilidade de acordo que daria em resultado uma colaboração frutuosa.
12.º - Desmoralizar as classes superiores por todos os meios e provocar o furor das massas pela visão das torpezas (infamea, desonestidade) estupidamente cometidas pelos ricos.
13.º - Permitir à industria que esgote a agricultura e gradualmente transformá-la em especulação louca.
14.º - Bater palmas a todas as utopias de maneira a meter o povo num labirinto de idéias impraticáveis.
15.º - Aumentar os salários sem vantagem alguma para o operário, pois que o preço da vida será majorado. (aumentar, tornar maior).
16.º - Fazer surgir “incidentes” que provoquem suspeitas internacionais; envenenar os antagonismo (contrário, oposto) entre os povos; despertar ódios e multiplicar os armamentos ruinosos.





17.º - Conceder o sufrágio universal (voto, adesão) a fim de que os destinos das nações sejam confiados à gente sem educação.

Operação lava jato
Sufrágio
18.º - Derrubar todas as monarquias e por toda parte estabelecer republicas; intrigar para que os cargos mais importantes sejam confiados a pessoas que tenham segredos que não se possam revelar a fim de poder dominá-las pelo pavor do escândalo “Panamá” (roubalheira em empresa ou repartição publica).
19.º - Abolir gradualmente todas as formas de constituição, a fim de implantar o despotismo (absolutismo, tirania, opressão) absoluto do bolchevismo (comunismo).
20.º - Organizar vastos monopólios (privilégio, direito, posse), nos quais soçobrem (afundem, perdem-se) todas as fortunas, quando soar a hora da crise política. 
21.º - Destruir toda estabilidade financeira; multiplicar as crises econômicas e preparar a bancarrota (falência) universal; parar as engrenagens da industria; fazer ir por água abaixo todos os valores; concentrar todo o ouro do mundo em certas mãos; deixar capitais enormes em absoluta estagnação (paralisação); em um momento dado, suspender todos os créditos e provocar o pânico.
22.º - Preparar a agonia dos Estados; esgotar a humanidade pelos sofrimentos, angustias e privações, porque – A FOME CRIA ESCRAVOS.


 



O CAPITULO 24 CUMPRE UMA PROFECIA BÍBLICA QUE SE ENCONTRA NO SEGUNDO LIVRO DE PAULO AOS TESSALONICENSE QUE DIZ:
Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto.
Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,
O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.

2 Tessalonicenses 2:2-4

ESSE SERÁ O ANTI-CRISTO "O HOMEM DO PECADO, O FILHO DA PERDIÇÃO". SERÁ PORVENTURA O REI DOS JUDEUS O ANTI-CRISTO COMO DIZ A BÍBLIA? VEJAMOS O QUE DIZ O TEXTO DO CAPITULO 24 DOS "PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO",  ANALISADO PELO HISTORIADOR BRASILEIRO GUSTAVO BARROSO EM SEUS COMENTÁRIOS DE RODA-PÉ:

24 - Resumo - Fortalecimento das bases do rei David. Preparação do rei. Afastamento dos herdeiros diretos. O rei e seus três iniciadores. Inatacabilidade dos costumes públicos do rei dos Judeus.
PASSAREI agora aos meios de assegurar as raízes dinásticas do rei. Os mesmos princípios que até hoje deram a nossos Sábios a direção de todos os negócios do mundo nos guiarão (1). Dirigiremos o pensamento de toda a humanidade. Vários membros da raça de David prepararão os reis e seus herdeiros, escolhendo os últimos, não segundo o direito hereditário, mas conforme suas eminentes aptidões; iniciá-los-ão nos segredos mais íntimos da política e nos planos de governo, com a condição, todavia, de ninguém ser posto ao par de tais segredos.

O fim de tal modo de ação é que toda a gente saiba que o governo somente pode ser confiado aos iniciados nos mistérios de sua arte. Unicamente a essas pessoas será ensinada a aplicação dos planos políticos, a inteligência da experiência dos séculos, todas as nossas observações sobre as leis político; econômicas e sobre as ciências sociais, em uma palavra todo o espírito dessas leis, que a própria natureza estabeleceu inabalavelmente para regular as relações entre os homens.
Os herdeiros diretos serão muitas vezes afastados do trono, desde que, durante seus estudos, deem provas de leviandade, doçura e outras qualidades perniciosas ao poder, que tornam incapaz de governar e prejudicam a função real.
Só os que sejam absolutamente capazes dum governo firme, inflexível até a crueldade, receberão o poder das mãos de nossos Sábios. Em caso de enfermidade que produza o enfraquecimento da vontade, os reis deverão, de acordo com a lei, entregar as rédeas do governo em mãos novas e capazes. Os planos de ação do rei, seus planos imediatos, com mais fortes razões seus planos mediatos, deverão ser ignorados mesmo por aqueles que designe como seus primeiros conselheiros.
Exclusivamente o rei e seus três iniciadores conhecerão o futuro. Na pessoa do rei, senhor de si mesmo e da humanidade, graças a uma vontade inquebrantável, todos acreditarão ver o destino com seus caminhos desconhecidos (2). Ninguém saberá o que o rei quer alcançar com suas ordens e, por issoninguém ousará pôr-se de través num caminho ignorado.
E' preciso, bem entendido, que a inteligência do rei corresponda ao plano do governo que lhe é confiado. Por isso, somente subirá ao trono depois de ter sido sua inteligência posta em prova pelos Sábios a que nos referimos. A fim de que o povo conheça e ame seu rei, é necessário que converse com o povo na praça pública. Isto produzirá a união precisa das duas fôrças que hoje separamos pelo terror. Esse terror nos era indispensável durante algum tempo, para que as duas fôrças caíssem separadamente sob a nossa influência. O rei dos judeus não deve ficar sob o império de suas paixões, sobretudo sob o império da voluptuosidade não deve dar por nenhuma face de seu caráter lugar a que seus instintos dominem sua inteligência. A voluptuosidade obra de modo pernicioso sobre as faculdades intelectuais e a claridade de visão, desviando os pensamentos para o lado pior e mais animal da atividade humana.
A pessoa do Soberano Universal da estirpe santa de David deve sacrificar a seu povo todos os seus gostos pessoais. Nosso soberano deve ser de exemplar inatacabilidade (3).


(1) Quem são esses famosos Sábios de Israel ou de Sião, inspiradores das doutrinas judaicas e cujas teorias foram compiladas nos "Protocolos"? Estudando cuidadosamente a vida intelectual de Israel, fazendo a exegese de seus pensadores e publicistas, podemos chegar à conclusão de que os principais são os seguintes: Maimonides, rabino do século XII, autor do "Guia de perplexos", cognominado o segundo Moisés; Manassé Ben-Israel, financista e político do século XVII, que, através de Cromwell, fez o judaísmo pôr pés conquistadores na Inglaterra; o grande filósofo judeu peninsular holandês Espinoza, criador da concepção do "Direito natural da fôrça"; Wessely e Moisés Mendelsohn, apelidado o terceiro Moisés, inspiradores, um do Iluminismo, outro, do movimento Haskalahdaí, do século XVII ao XIX, Abraão Geiger, teorista da"evolução gradual"; Einhom, propugnador da doutriíia do Povo Eleito; Isaac Bernays, autor de "L'Orient Biblique" e da sistematização da cultura judaica; Leopoldo Zunz, Frankel, Sachs, Moisés Hess.

(2) O Determinismo ao mando de que fôrça oculta, misteriosa, satânica?

(3) O Rei de Israel existe e está escolhido. No formidável livro de Gougenot des Mousseaux, "Le juif, le judaisme et la judaisation des peuples chrétiens", Parfs, Wattelier, 1886, cuja primeira edição saiu em 1869, se lê às páginas 473 e seguintes: "Fiéis a essa tradição, os judeus se prendem com ardor e firmeza extraordinários à esperança na breve vinda do Messias. Na maioria, creem que nascerá entre eles, ou melhor, no seio de algumas famílias privilegiadas e bem conhecidas. A principal delas habita o ponto mais ou menos central da Europa, a pequena e imunda cidadezinha, de Sada-Gora, na Bukovina, verdadeiro ninho de judeus da pior espécie. Outras famílias messiânicas existem em Belz, na Galícia, em Kozk, na Podláquia, em Kozienica, no Governo de Sandomir, e em outras comunidades judaicas do império do Czar. O chefe  da família messiânica de Sada-Gora é, para os judeus ortodoxos, objeto dum culto religioso que raia pelo fetichismo, pois que esse homem não passa do mais miserável dos idiotas. Curvado ao peso duma velhice precoce, os olhos ramelentos e avermelhados, Isrolka , como se chama, o judeu mais rico dos países eslavos e quem sabe quais as riquezas que ajuntam nos seus antros os judeus da Rússia e da Polônia avaliando o que isso quer dizer".
Graças ã esperança na próxima vinda do Messias, entre os judeus dos países eslavos, a família Isrolka há um século que ajunta milhões. "Os chefes dessa família são considerados taurnaturgos (baalschcm) pelos seus
correligionários. Sada-Gora é. atualmente, o ponto de encontro universal, lugar de peregrinação, pode-se dizer, dos judeus da ssia, Polónia, Galicia, Bukovina, Moldávia e Valãquia. É dever rigoroso de fé para os fiéis da família Isrolka, que se contam por centenas de milhares, visitar ao menos uma vez na vida o chefe da família messiânica, levando-lhe presentes. Co!ocam-se jóias no corpo dos membros de tal forma como se fossem ídolos. O pior dos avarentos oferece uma moeda de ouro ao representante do Messias para ser bem recebido. Mas nem os judeus que dão de boa vontade seu ouro, nem os que o dão forçados, gostam de falar desses dons. Por isso, muito pouco se sabe em paises distantes do que se passa em Sada-Gora. Em compensação, os polônios e outros estrangeiros de passagem por ali não se cansam de gabar a esplendorosa opulência do palácio do Messias, que parece única no mundo.
No meio de casas miseráveis e em ruínas, habitadas por pequenos negociantes e usurários, se ergue um palácio rico e grandioso, rodeado por certo número de mansões elegantes, menores, que ocupam os filhos e filhas casadas de Isrolka. Tudo o que se possa imaginar de luxuoso e magnífico existe nessas habitações. No palácio, há um verdadeiro depósito de prataria antiga e moderna no valor de centenas de milhões de cruzados.
Magníficos tapetes turcos, riquíssimas colchas de damasco em profusão, tudo ofertas dos judeus eslavos! Estufas e laranjais ordenados com maior gosto encerram o grande parque. O palácio é uma moradia principesca, ornada e mobilada com o maior luxo. No meio dos imundos tugúrios de Sada-Gora, causa o efeito dum paço de fadas perdido por acaso naquele meio. O possuidor dessas riquezas e magnificências, o pai que deve gerar o Rei Messias esperado, o vaso sagrado desse futuro almejado tantos século, o descendente de David, cuja presença somente é considerada tão grande felicidade que se compra a peso de ouro, esse homem venerado como um ente sobrenatural parece, entretanto, uma criatura sem razão, quase um animal.
Rebiche lsrolka é, com efeito, um homem baldo de todas as faculdades intelectuais. Sob os cabelos brancos que lhe cobrem o crânio, falta o espírito, falta o pensamento. Está velho antes do tempo, caduco sem motivo e sem razão. Sua linguagem se corrompe de sons desarticulados, inteligíveis somente para sua família e seu secretário particular. Estúpido no mais alto grau, porta-se quase como um bicho, gritos selvagens e dorme como verdadeiro animal. Toda via, quando deve aparecer nas ruas, sabe-se disso muitas horas antes; então, todas as janelas e portas, todas as ruas e praças se enchem pela multidão ávida de contemplá-lo. gente que, para ver o chefe da família messiânica, sobe aos telhados e árvores, batendo-se e machucando-se, a fim de não perder o espetáculo.
Rebiche Isrolka é casado e tem filhos e filhas, na maior parte casados desde a infância. Cada um de seus genros, naturalmente escolhidos entre os ricos do país, deve fixar-se em Sada-Gora, construindo uma casa menor que o Paço Real, mas parecida com ele, na sua vizinhança. Em casa e nos aposentos íntimos, as filhas estão sempre cobertas de veludos e sedas. Os caftans comuns de seus filhos e genros são dos mais preciosos tecidos. Os netos têm aias francesas, alemãs, inglesas e russas, aios e preceptores como jovens príncipes e jovens princesas.
Grande número de empregados dirigem os negócios de casa, dos quais os maiores são o recebimento de donativos. Durante a manhã, Rebiche Isrolka da audiência, recebendo, acompanhado do secretario particular, os peregrinos que de antemão se fizeram anunciar, deixando-se tolamente contemplar alguns instantes, sem dar a menor palavra, e aceitando o donativo, ritual que não pode ser inferior a dez florins, isto é, vinte e cinco francos. À tarde, dá um passeio de carro. Até pouco tempo, seu coche era seguido por outro com músicos tocando. Esse acompanhamento musical não é mais usado por ter sido, segundo parece, proibido pelas autoridades austríacas.
Hã mais de quarenta anos, o avô de Rebiche Isrolka ostentava luxo idêntico na Rússia e levava seu orgulho temerário ao ponto de ter uma escolta pessoal de vinte cossacos, que acompanhavam sua carruagem. O imperador Nicolau foi, por acaso, testemunha dessa cena e proibiu essa ostentação de luxo oriental, mandando agarrar o velho judeu e metê-lo na cadeia de Kiev, porque ousou desobedecer àquela proibição. Seus inúmeros partidários e sua fortuna imensa abriram.-lhe logo as portas da prisão. Então, resolveu refugiar-se em Sada-Gora, na Bukovina austríaca.
O imperador Nicolau reclamou como súdito russo; porém o dinheiro pôde mais do que o czar: doze campânios bukovimos juraram perante as autoridades que o tinham visto nascer em Sada-Gora.
Vai para alguns anos, Rebiche Isrolka foi acusado de fabricar moeda falsa, que saia de sua casa e era posta em circulação. A ocasião era oportuna para os cristãos derrubarem o arrogante judeu, cujo luxo insolente os indignava. Rebiche Isrolka foi brutalmente preso pela polícia, apesar dos protestos ruidosos dos judeus. Essa prisão produziu verdadeiro motim.
Isrolka conheceu o xadrez e sofreu vários interrogatórios. Todavia, por mais esforços que se fizessem, nada se arrancou dele. Como era de esperar, os clientes e membros da família Isrolka reuniram-se para deliberar sobre
os meios de pôr em liberdade o pai do Messias. Mas o juiz que devia julgar a causa era homem íntegro, desses que não receiam as seduções. Não houve meio que o fizesse mandar soltar um homem acusado de crime tão grave. Como o magistrado não pôde ser conquistado pelas promessas nem atemorizado pelas ameaças, procuraram marear-Ihe a reputação junto aos superiores, o que se julgou possível com o auxílio do dinheiro. O plano, contudo, não deu resultado. Então, os partidários de Isrolka, tiveram a ideia de tirar seμ chefe
das mãos daquele juiz, obtendo sua promoção a uma instância superior.
Uma deputação, munida de recomendações áureas e diplomáticas, seguiu para Viena. O juiz foi nomeado conselheiro da Côrte Suprema e teve de deixar a província. Seu sucessor absolveu Isrolka por falta de provas.
A fábrica de moeda falsa foi descoberta mais tarde em outro local, tornando.-se evidente que não havia razão para acusar Isrolka e sua famtlia".
Eis ai o Rei de Israel. Terã Gougenot des Mousseuax, fidalgo de quatro costadas, homem íntegro e erudito, contado uma caraminhola, inventando este romance barato que aí esta? Absolutamente não. Uma farta documentação, no meio da qual sobreleva a de origem puramente judaica, portanto insuspeita, mostra que tudo quanto foi narrado sôbre a família messiânica e real de Sada-Gora é a expressão legitima da verdade. Basta ver para isso: "Wolks·Halle", de Leipzig, 9 de janeiro de 1866; "Univers Israélite", I, pág. 34, 1865; "L'lsradite", Mogúncia, 30 de maio; e ''Archives Israélites", XIII, pág, 591, 1866.
Prepare-se o mundo cristão, se continuar na sua cegueira sobre a questão judaica ou se seus filhos continuarem a se vender, criminosamente, ao ouro de Israel, para ser governado com a vêrga de ferro a que alude o judeu Barbusse pelo filho ou pelo neto de Rebiche Isrolka. Vê-de  bem que a escolta de cossacos do avô deste ofuscou o czar Nicolau 1, que o meteu na enxovia. Ao tempo de seus netos, os judeus-bolchevistas fuzilaram
num porão de urna casa siberiana o neto de Nicolau I, o infeliz Nicolau II, a fim de que no trono da Rússia se sentassem ao invés dos Romanoff os hebreus Kaganovicth, filhos de Kagan ou Cohen.
Alerta, cristão! O autor destas notas cumpre perigosamente seu dever, despertando.-vos; cumpri o vosso combate a raça deicida e maldita, cancro da humanidade. (NOTA DE RODAPÉ  DE GUSTAVO BARROSO)

Eis o programa!   O elemento principal do êxito é o segredo. Esta ai porque o inimigo invisível fez tudo para impedir que os povos chegassem ao conhecimento das manobras sistemáticas empregadas com o fim de estabelecer sobre a terra – O REINO DO ANTICRISTO
Há um único número do programa acima que não tenha sido executado?
Obede do Prado




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